Mais uma derrota do Mineiro, num jogo com duas partes bem distintas.
Na primeira parte assistimos a um jogo bastante equilibrado, com o Seixal a ter mais posse de bola e com o Mineiro e responder muito bem em jogadas perigosas de contra-ataque. Os golos foram-se sucedendo, quer numa que noutra baliza, sendo que ao intervalo a equipa forasteira vencia por 7 a 5, mas se tivesse acontecido o empate, no final do primeiro periodo, seria o resultado mais justo.
Na segunda parte a história do jogo foi completamente diferente. O Seixal continuou a ter o comando do jogo, só que o Mineiro não conseguiu concretizar algumas boas oportunidades que teve. Para além disso a condição fisica dos atletas do Mineiro, na parte final da partida, também acabou por condicionar o resultado final, já que nos últimos 10 minutos, os visitantes fizeram 5 golos, dando ao marcador uma expressão demasiado exagerada para aquilo que se passou no encontro.
Não tem sido nosso hábito falar dos árbitros, mas desta vez tem que ser. E para chamar à atenção de quem faz as nomeções. De facto, enviar um árbitro sem qualquer experiência, para um jogo destes, não nos parece nada de bom tom. Demasiado inseguro, pouco decidido na marcação das faltas e com vários erros, prejudicando ambas as equipas, foi um árbitragem com muito má nota. Teve sorte porque os atletas não entraram em jogadas violentas e não lhe complicarm muito "a vida", porque senão...
O Mineiro alinhou da seguinte forma: Ricardo Cerqueira, Pedro Costa, João Paulo, Rui Baroa (2), Rui Revez (2), Nando (1), Márcio, Vladimiro, Diogo Lança e Pedro Terramoto.
Treinador: Toy Angelino.
